E é assim que me perco,
E não me acho, não me vejo
E não me entendo.
Fico assim... Pensando, andando
Falando com meus botões...
Eles que não me respondem agora,
Me ignoram como se não me conhecessem.
Como eu.
Que não me vejo e não me conheço, não me toco,
Esperando você me enxergar.
Mas vai, não me olhe, não me toque.
Me mate, maltrate.
Que amanhã, depois de morta
Meus botões voltarão a falar,
Porque já me verão, me entenderão.
E aí, seremos só nós novamente.
Eu e meus fiéis botões.

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